Neste artigo falaremos sobre questões enfrentadas pelas escolas e professores na avaliação da aprendizagem e como ela pode ser repensada para melhorar o desenvolvimento do aluno.

A primeira coisa que todos pensam quando falamos em avaliação é a mensuração da aprendizagem, mas a avaliação é muito mais que isso. Ela nos ajuda a trabalhar as competências dos alunos.

Além disso, para as famílias que investem no ensino bilíngue e não percebem a absorção da língua por parte dos filhos, a avaliação no meio do processo de aprendizagem é essencial para verificar o alcance dos objetivos de aprendizagem.

Quando se fala em avaliação significativa, estabelecer objetivos claros é fundamental.

Para isso, o aluno precisa estar a par do que acontece e ciente das suas dificuldades, assim ele consegue avaliar o seu progresso além de dar feedbacks para o professor e entender o que precisa para continuar o seu desenvolvimento.

Para você entender melhor, usamos a metáfora da viagem:

Esses pontos são essenciais para o entendimento da tarefa ou do projeto a ser realizado.

As principais diferenças entre uma avaliação formativa e somativa

Existem dois tipos de avaliações para entender a evolução de conhecimento do aluno: a avaliação formativa e a avaliação somativa.

A avaliação formativa, conhecida como avaliação para aprendizagem, auxilia e estimula a aprendizagem, além de ser uma solução para os problemas que identificamos na mensuração do desenvolvimento dos alunos.

Dentre outras características dessa avaliação temos:

Todas essas características fazem a avaliação formativa muito mais rica do que uma avaliação final traz recursos para a evolução do aluno e o coloca como protagonista do seu próprio aprendizado.

Já a avaliação somativa é muito comum nas escolas brasileiras, geralmente relacionada às avaliações externas como Enem e que é feita ao final de um processo educacional.

Seu principal objetivo é avaliar o resultado da aprendizagem, mas não precisa ser a única ferramenta para isso.

Existem vários meios que podem ser usados para avaliar esse aprendizado, como provas, redações, apresentações, peças de teatro, podcast, vídeo, pintura, poster, desde que seja evidência do processo de aprendizagem.

A questão é: será que só essa avaliação somativa prepara o aluno para as avaliações externas?

Enquanto a avaliação somativa é uma forma de os alunos mostrarem o que conseguem fazer, a avaliação formativa guia as ações pedagógicas do professor e auxilia o processo de aprendizado do aluno.

Essa relação faz com que o aluno desenvolva outras habilidades e isso faz parte da metacognição, que é quando se desenvolve outras habilidades

Durante o desenvolvimento de um projeto, aqui no TBS, utilizamos a abordagem de aprendizagem baseada em projetos (PBL) e percebemos essa evolução do aluno.

É o aluno construindo seu próprio processo de aprendizagem e avaliação, engajado durante todo o processo, assumindo responsabilidades e desenvolvendo conhecimentos.

Apesar de a avaliação estar ligada a padrões pré-estabelecidos, é importante os alunos serem donos do processo de avaliação, capazes de articular o que e como estão sendo avaliados e o valor das habilidades e competências que estão desenvolvendo.

Como são as avaliações no TBS?

Aqui no TBS sugerimos instrumentos de avaliação, pontos de feedback para o aluno em momentos pontuais, como no desenvolvimento de um projeto.

Disponibilizamos também a avaliação somativa que pode ser usada em uma estratégia diferente, aplicando a avaliação formativa.

Por exemplo, o professor, ao receber a avaliação somativa, pode dar o feedback ao aluno, pedindo a ele para identificar os pontos a serem corrigidos e trabalhar com eles.

Ao mesmo tempo, o TBS traz o maior número de instrumentos, desde sugestões, avaliação moral, avaliação do progresso, rubricas e deixamos a cargo da escola a escolha de quais usar no processo avaliativo.

Por fim, a perspectiva que gostaríamos de despertar é a de ampliar os horizontes quando pensarmos em avaliação. Por meio dela podemos elevar a profundidade do aprendizado ao invés de somente qualificar numericamente o desenvolvimento de um aluno. 

Essa é a perspectiva aplicada em nosso programa bilíngue e por meio dela somos capazes de construir um conhecimento sólido dos alunos e totalmente aplicável a sua realidade.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *